Pra começar bem 2012, um texto enviado pelo meu amigo anjo Pedro...
Sendo sincero, já vale uma vida
Lisiê Silva
Em nossa passagem pela vida, deixamos rastros, pegadas,
não na areia, e sim no coração de quem caminha conosco,
de quem esteve ao nosso lado por um dia, ou por muitos anos.
Em nossas atitudes mostramos nossa personalidade, nosso caráter,
e tudo o mais que carregamos em nosso DNA.
Basta diminuir um pouco o nível do ego para que tudo em volta se transforme.
Incrível como a mágica acontece. É instantâneo.
Quando a gente se desloca do centro das coisas, a vida muda para melhor, automaticamente.
A gente sai do centro e as coisas fluem.
É preciso ficar sempre à margem, para dar lugar no centro da vida ao que de mais valioso precisamos emocionalmente.
Mas às vezes a gente esquece como é simples fazer isto acontecer.
A gente cultua maus hábitos dos quais é difícil se livrar.
O mau hábito de colocar-se no centro de tudo e desejar que tudo transcorra como esperamos.
Humildade sempre será a palavra chave. Aceitação idem.
A auto-valorização diante do outro nos coloca em desequilíbrio com a vida.
O pensamento de igualdade nos equaliza. Dá sintonia boa.
Ter auto-estima não quer dizer que tenha que se sentir melhor ou mais importante que os outros.
Auto-estima deve servir para frear a auto-depreciação. Reconhecer-se possuidor de qualidades, ok!
Mas não julgar-se melhor ou mais merecedor.
Nunca, de forma alguma humilhar ou constranger um outro ser vivo.
Nunca, em hipótese alguma sentir-se superior a alguém.
O dinheiro não nos dá esse direito. Aliás, nada nos dá o direito de agir sobre o outro.
O dinheiro não compra a paz, não compra felicidade. O dinheiro não nos valoriza.
O valor de cada um está no gesto, na atitude, no comportamento.
Tratar com respeito e consideração a quem nos serve, a quem nos cerca.
Ninguém tem obrigação nenhuma de fazer o que queremos, para a realização de nossos caprichos.
Ninguém está abaixo de nós.
Não devemos esquecer que estamos somente de passagem por aqui.
O melhor para evitar o sofrimento é a aceitação e a conformação.
Aceitar os ciclos naturais da vida.
Inicio, meio e fim.
Aceitar as partidas, aceitar as diferenças, aceitar as etapas.
A vida é um ciclo constante, nunca pára.
Nada é para sempre.
Nascer, viver e morrer... é natural.
Que a passagem de cada um de nós por este planeta seja a mais autentica possível.
Que cada um deixe nas suas pegadas a sua marca, o seu traço pessoal.
Que cada um mostre o que carrega em seu DNA.
Que cada um sinta vontade de fazer algo bonito pela vida,
de transformar para melhor qualquer coisa que seja,
de fazer feliz qualquer coração.
Qualquer boa ação, qualquer boa intenção, qualquer perdão,
sendo sincero, já vale uma vida.
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